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COSTA DO MARFIM: TIRE O CHOCOLATE DO CONFLITO

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A Costa do Marfim está a beira de uma guerra civil e empresas de chocolate podem ter um papel crucial em salvar vidas e trazer a paz.

Em novembro, o ex-Presidente Laurent Gbagbo perdeu as eleições democráticas, mas continua no poder -- apesar da pressão internacional. Ele se mantém no poder com a ajuda do seu exército brutal, que já matou centenas de pessoas. O cacau é o maior produto de exportação do país e se as empresas de chocolate pararem os negócios com Gbagbo agora, seus fundos para financiar o exército irão se esgotar -- e ele será forçado a deixar o cargo.

A situação poderá desencadear uma guerra em poucos dias. Vamos inundar nossas marcas preferidas com mensagens para suspenderem o comércio com o Gbagbo agora e se comprometerem a trabalhar somente com o governo legítimo. Clique para enviar uma mensagem diretamente às empresas -- nós publicaremos quais empresas cortaram seus laços com Gbagbo.

As mensagens estão indo para as seguintes empresas:
ADM, Barry-Callebaut, Blommer, Cadbury, Caobisco, Cargill, Cémoi, Cipexi, European Cocoa Association, Federation for Cocoa Commerce, Ferrero, Hershey’s, Kraft, M&M/Mars, National Confectioners Association, Nestlé, Olam, Outspan Ivoire, Pronibex, Révillon, Unilever, Valrhona, World Cocoa Foundation

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