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Eu Me Protejo nas Escolas JÁ!
Eu P.
começou essa petição para
Ministério e secretarias de Educação, conselhos de educação, e tutelares, famílias
CRIANÇA NÃO CONSENTE!
A violência contra crianças começa muito cedo.
11% dos estupros acontecem com crianças de 0 a 4 anos. (Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2024)
A educação para prevenção contra todo tipo de violência, do bullying ao feminicídio, precisa começar desde o nascimento e estar na escola, desde a creche.
O projeto Eu Me Protejo, com foco na educação inclusiva para prevenção contra a violência na infância, foi criado pela sociedade civil em 2020, para servir de apoio a famílias e educadores em conversas com crianças com e sem deficiência, sobre os seus corpos e como protegê-los. Os materiais gratuitos, em linguagem simples, acessíveis e lúdicos ajudam pais e educadores nessa conversa delicada com uma abordagem anticapacitista, antirracista, antimachista e antibullying desde a pré-escola. O Eu Me Protejo ganhou diversos prêmios e conta com apoio institucional da Sociedade Brasileira de Pediatria, da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down e acordo de cooperação com o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, entre outros. Todo material é aberto, com licença Creative Commons, de livre reprodução citando a fonte. Inclusive, uma versão da cartilha base com espaço para inserção do logotipo da organização que apoia a impressão é disponibilizada no site. O material já foi traduzido para espanhol, inglês, alemão e italiano, tem prancha de comunicação e outros recursos de acessibilidade (audiolivro, Libras, audiodescrição). O Eu Me Protejo foi apresentado na ONU, na Conferência dos Estados Parte da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (NY, 2023), e na I Conferência Ministerial Global para o Fim da Violência contra Crianças e Adolescentes (Colômbia, 2024), entre outras apresentações no Brasil e no exterior. O Eu Me Protejo tem se espalhado pelo país de maneira orgânica. Já conta com 18 Iniciativas, entre leis e projetos de lei municipais e estaduais para adoção do Eu Me Protejo, parcerias com órgãos públicos e privados, instituições religiosas e iniciativas individuais. No estado do Pará, o Eu Me Protejo se tornou Lei estadual nº 10.169, de 21/11/2023 e a SNPD participou de apresentações a gestores públicos, membros do Sistema de Garantia de Direitos, organizações ligadas às pessoas com deficiência e lideranças comunitárias em Belém e nas cidades marajoaras de Ponta de Pedras e Soure. Nas enchentes do Rio Grande do Sul, a SNDPD fez chegar cartilhas Eu Me Protejo a crianças com e sem deficiência acolhidas em abrigos da região. No Distrito Federal tornou-se lei distrital Lei Nº 7584 de 27/11/2024. Recebeu em 2025 emenda parlamentar do Senado para formações em escolas, através da Associação Maria de Nazaré – a primeira instituição a usar o material. Em 2026 recebeu nova emenda, que está em processo de execução. Em 2026 Ainda no DF, o Eu Me Protejo firmou parcerias com o Tribunal de Justiça, Ministério Público, Nevesca, Centro 18 de maio, Câmara Distrital e Defensoria Pública, entre outros, para publicação e distribuição de cartilhas e formações em diversas escolas, instituições e eventos. Na Paraíba, a Lei 13.741, de 18/06/2025, assegura a inclusão da cartilha Eu Me Protejo Porque o Corpo é Só Meu, no âmbito da Política Intersetorial de Enfrentamento às Violências contra Crianças e Adolescentes do Estado da Paraíba e Poder Executivo, determinando que as Secretarias de Estado de Educação, de Saúde e de Desenvolvimento Humano disponibilizem a cartilha.
Além das leis estaduais, o projeto virou lei municipal nos municípios de Mangaratiba, Paraty e Angra dos Reis (RJ) e Apucarana (PR). Há projetos de lei estaduais (PE, SE, PR e RJ) e municipais em Maceió (AL), Rio Claro, Itaguaí e Rio de Janeiro - 3 PLS – projeto, campanha e programa (RJ). A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro (SMPD Rio) adota o material desde 2022 em seus 7 centros de referência. Multiplicadores vêm divulgando o Eu Me Protejo em escolas no entorno dos centros e promovendo encontros para aplicação da metodologia. No estado do Rio de Janeiro a FIA – Fundação para Infância e Adolescência adotou o material. No município do Rio de Janeiro, a Secretaria da Pessoa com Deficiência implantou o Eu Me Protejo em seus 7 centros de referência para pessoas com deficiência e fez dezenas de formações em escolas, eventos e até no Sambódromo.
A Fiocruz também publicou e distribuiu o material em eventos e programas, junto com a OAB/RJ. A Defensoria Pública da Bahia, fez um evento para lançamento da cartilha em 2023, distribui para escolas em todo estado e em 2024 estabeleceu convênio com a prefeitura para uso do Eu Me Protejo em escolas da rede municipal. Em maio de 2025, o projeto foi instituído no estado de Alagoas com a imersão “Todo dia é 18 de Maio: Eu Me Protejo”, em parceria com a Secretaria de Estado da Cidadania e da Pessoa com Deficiência, Secretarias da Primeira Infância, Educação, Saúde, Desenvolvimento Social, Planejamento. Foram 5 dias de formação reunindo profissionais da Creche Cria, Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e Sistema de Garantia de Direitos, para fortalecer a rede de proteção a crianças e adolescentes em Alagoas. Homens e mulheres da Fábrica da Esperança, no complexo penitenciário do Estado de Alagoas, confeccionaram a boneca Cotinha, símbolo do Eu Me Protejo, que ensina as crianças a protegerem seus corpos.
Projeto Piloto Em Santo Antônio do Descoberto/GO, desde 2022 o Em Me Protejo foi adotado pelas 14 escolas da rede de ensino infantil (com formação de 85 professores, 57 Monitores, 15 Coordenadores Pedagógicos, 15 Gestores Escolares, um total de 2.000 crianças do Ensino Infantil atendidas), num projeto desenvolvido em parceria com o Conselho Nacional de Justiça, Ministérios da Saúde, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência (MDHC).
Após a adoção da metodologia, o número de denúncias de abuso infantil aumentou expressivamente, sendo que se tratava de casos antigos. As crianças aprenderam a reconhecer e se fortaleceram para relatar o ocorrido a pessoas de confiança. Este ano foi realizado o Primeiro Seminário Municipal Eu Me Protejo.
Agora é com você!
Assine e compartilhe a petição e leve o Eu Me Protejo gratuitamente para as escolas, igrejas, bibliotecas, grupos de pais e para casa JÁ!
www.eumeprotejo.com
Instagram @eumeprotejobrasil
A violência contra crianças começa muito cedo.
11% dos estupros acontecem com crianças de 0 a 4 anos. (Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2024)
A educação para prevenção contra todo tipo de violência, do bullying ao feminicídio, precisa começar desde o nascimento e estar na escola, desde a creche.
O projeto Eu Me Protejo, com foco na educação inclusiva para prevenção contra a violência na infância, foi criado pela sociedade civil em 2020, para servir de apoio a famílias e educadores em conversas com crianças com e sem deficiência, sobre os seus corpos e como protegê-los. Os materiais gratuitos, em linguagem simples, acessíveis e lúdicos ajudam pais e educadores nessa conversa delicada com uma abordagem anticapacitista, antirracista, antimachista e antibullying desde a pré-escola. O Eu Me Protejo ganhou diversos prêmios e conta com apoio institucional da Sociedade Brasileira de Pediatria, da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down e acordo de cooperação com o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, entre outros. Todo material é aberto, com licença Creative Commons, de livre reprodução citando a fonte. Inclusive, uma versão da cartilha base com espaço para inserção do logotipo da organização que apoia a impressão é disponibilizada no site. O material já foi traduzido para espanhol, inglês, alemão e italiano, tem prancha de comunicação e outros recursos de acessibilidade (audiolivro, Libras, audiodescrição). O Eu Me Protejo foi apresentado na ONU, na Conferência dos Estados Parte da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (NY, 2023), e na I Conferência Ministerial Global para o Fim da Violência contra Crianças e Adolescentes (Colômbia, 2024), entre outras apresentações no Brasil e no exterior. O Eu Me Protejo tem se espalhado pelo país de maneira orgânica. Já conta com 18 Iniciativas, entre leis e projetos de lei municipais e estaduais para adoção do Eu Me Protejo, parcerias com órgãos públicos e privados, instituições religiosas e iniciativas individuais. No estado do Pará, o Eu Me Protejo se tornou Lei estadual nº 10.169, de 21/11/2023 e a SNPD participou de apresentações a gestores públicos, membros do Sistema de Garantia de Direitos, organizações ligadas às pessoas com deficiência e lideranças comunitárias em Belém e nas cidades marajoaras de Ponta de Pedras e Soure. Nas enchentes do Rio Grande do Sul, a SNDPD fez chegar cartilhas Eu Me Protejo a crianças com e sem deficiência acolhidas em abrigos da região. No Distrito Federal tornou-se lei distrital Lei Nº 7584 de 27/11/2024. Recebeu em 2025 emenda parlamentar do Senado para formações em escolas, através da Associação Maria de Nazaré – a primeira instituição a usar o material. Em 2026 recebeu nova emenda, que está em processo de execução. Em 2026 Ainda no DF, o Eu Me Protejo firmou parcerias com o Tribunal de Justiça, Ministério Público, Nevesca, Centro 18 de maio, Câmara Distrital e Defensoria Pública, entre outros, para publicação e distribuição de cartilhas e formações em diversas escolas, instituições e eventos. Na Paraíba, a Lei 13.741, de 18/06/2025, assegura a inclusão da cartilha Eu Me Protejo Porque o Corpo é Só Meu, no âmbito da Política Intersetorial de Enfrentamento às Violências contra Crianças e Adolescentes do Estado da Paraíba e Poder Executivo, determinando que as Secretarias de Estado de Educação, de Saúde e de Desenvolvimento Humano disponibilizem a cartilha.
Além das leis estaduais, o projeto virou lei municipal nos municípios de Mangaratiba, Paraty e Angra dos Reis (RJ) e Apucarana (PR). Há projetos de lei estaduais (PE, SE, PR e RJ) e municipais em Maceió (AL), Rio Claro, Itaguaí e Rio de Janeiro - 3 PLS – projeto, campanha e programa (RJ). A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro (SMPD Rio) adota o material desde 2022 em seus 7 centros de referência. Multiplicadores vêm divulgando o Eu Me Protejo em escolas no entorno dos centros e promovendo encontros para aplicação da metodologia. No estado do Rio de Janeiro a FIA – Fundação para Infância e Adolescência adotou o material. No município do Rio de Janeiro, a Secretaria da Pessoa com Deficiência implantou o Eu Me Protejo em seus 7 centros de referência para pessoas com deficiência e fez dezenas de formações em escolas, eventos e até no Sambódromo.
A Fiocruz também publicou e distribuiu o material em eventos e programas, junto com a OAB/RJ. A Defensoria Pública da Bahia, fez um evento para lançamento da cartilha em 2023, distribui para escolas em todo estado e em 2024 estabeleceu convênio com a prefeitura para uso do Eu Me Protejo em escolas da rede municipal. Em maio de 2025, o projeto foi instituído no estado de Alagoas com a imersão “Todo dia é 18 de Maio: Eu Me Protejo”, em parceria com a Secretaria de Estado da Cidadania e da Pessoa com Deficiência, Secretarias da Primeira Infância, Educação, Saúde, Desenvolvimento Social, Planejamento. Foram 5 dias de formação reunindo profissionais da Creche Cria, Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e Sistema de Garantia de Direitos, para fortalecer a rede de proteção a crianças e adolescentes em Alagoas. Homens e mulheres da Fábrica da Esperança, no complexo penitenciário do Estado de Alagoas, confeccionaram a boneca Cotinha, símbolo do Eu Me Protejo, que ensina as crianças a protegerem seus corpos.
Projeto Piloto Em Santo Antônio do Descoberto/GO, desde 2022 o Em Me Protejo foi adotado pelas 14 escolas da rede de ensino infantil (com formação de 85 professores, 57 Monitores, 15 Coordenadores Pedagógicos, 15 Gestores Escolares, um total de 2.000 crianças do Ensino Infantil atendidas), num projeto desenvolvido em parceria com o Conselho Nacional de Justiça, Ministérios da Saúde, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência (MDHC).
Após a adoção da metodologia, o número de denúncias de abuso infantil aumentou expressivamente, sendo que se tratava de casos antigos. As crianças aprenderam a reconhecer e se fortaleceram para relatar o ocorrido a pessoas de confiança. Este ano foi realizado o Primeiro Seminário Municipal Eu Me Protejo.
Agora é com você!
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