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Abaixo-assinado contra a redução da jornada em Bragança Paulista
Sindicato P.
começou essa petição para
Simesp
À
Direção da Santa Casa de Bragança Paulista (OSS)
(DIRETOR TÉCNICO DR. FILADELFO GANDARA MARTINS NETO)
Prefeitura Municipal de Bragança Paulista
(PREFEITO EDMIR JOSÉ ABI CHEDID)
Secretaria Municipal de Saúde
(SECRETARIA DE SAÚDE CARMEM SILVIA GUARIENTE)
Direção e coordenadores das UPAs
(FLAVIA FERREIRA DO NASCIMENTO OLIVEIRA, DRA.JESSICA CORADINI REGINATO)
Ministério Público do Estado de São Paulo.
Nós, médicas e médicos abaixo-assinados, profissionais que atuam na rede de saúde municipal de Bragança Paulista, em unidades administradas pela Santa Casa de Misericórdia da cidade, vimos por meio deste manifestar nossa contrariedade à redução de jornada de trabalho anunciada sem negociação prévia, diálogo institucional ou construção coletiva com a categoria médica.
A alteração unilateral de jornadas e condições de trabalho fere princípios básicos das relações trabalhistas, desconsidera o papel da negociação coletiva e ignora o impacto direto que tais mudanças produzem na organização do trabalho médico, na remuneração dos profissionais e, sobretudo, na continuidade e na qualidade da assistência prestada à população.
Reafirmamos que qualquer proposta de reorganização de jornadas deve ser precedida de diálogo transparente, com participação das entidades representativas da categoria, respeitando direitos adquiridos, contratos vigentes e a necessidade de planejamento adequado dos serviços de saúde.
Medidas impostas sem negociação não apenas fragilizam o vínculo entre gestores e profissionais, como também contribuem para a precarização do trabalho médico e para o agravamento da sobrecarga nos serviços, em um contexto já marcado por escassez de profissionais e altas demandas assistenciais.
Diante disso, solicitamos que a Santa Casa de Misericórdia de Bragança Paulista e a Prefeitura Municipal de Bragança Paulista suspendam qualquer alteração unilateral nas jornadas de trabalho e abram imediatamente um processo de negociação, com participação das médicas e médicos e de suas entidades representativas, para que eventuais mudanças sejam discutidas de forma responsável, democrática e comprometida com a valorização profissional e com a saúde da população.
Seguiremos mobilizados em defesa do diálogo, do respeito aos direitos trabalhistas e da qualidade da assistência médica em nosso município.
Atenciosamente,
Médicas e médicos de Bragança Paulista
Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp)
Direção da Santa Casa de Bragança Paulista (OSS)
(DIRETOR TÉCNICO DR. FILADELFO GANDARA MARTINS NETO)
Prefeitura Municipal de Bragança Paulista
(PREFEITO EDMIR JOSÉ ABI CHEDID)
Secretaria Municipal de Saúde
(SECRETARIA DE SAÚDE CARMEM SILVIA GUARIENTE)
Direção e coordenadores das UPAs
(FLAVIA FERREIRA DO NASCIMENTO OLIVEIRA, DRA.JESSICA CORADINI REGINATO)
Ministério Público do Estado de São Paulo.
Nós, médicas e médicos abaixo-assinados, profissionais que atuam na rede de saúde municipal de Bragança Paulista, em unidades administradas pela Santa Casa de Misericórdia da cidade, vimos por meio deste manifestar nossa contrariedade à redução de jornada de trabalho anunciada sem negociação prévia, diálogo institucional ou construção coletiva com a categoria médica.
A alteração unilateral de jornadas e condições de trabalho fere princípios básicos das relações trabalhistas, desconsidera o papel da negociação coletiva e ignora o impacto direto que tais mudanças produzem na organização do trabalho médico, na remuneração dos profissionais e, sobretudo, na continuidade e na qualidade da assistência prestada à população.
Reafirmamos que qualquer proposta de reorganização de jornadas deve ser precedida de diálogo transparente, com participação das entidades representativas da categoria, respeitando direitos adquiridos, contratos vigentes e a necessidade de planejamento adequado dos serviços de saúde.
Medidas impostas sem negociação não apenas fragilizam o vínculo entre gestores e profissionais, como também contribuem para a precarização do trabalho médico e para o agravamento da sobrecarga nos serviços, em um contexto já marcado por escassez de profissionais e altas demandas assistenciais.
Diante disso, solicitamos que a Santa Casa de Misericórdia de Bragança Paulista e a Prefeitura Municipal de Bragança Paulista suspendam qualquer alteração unilateral nas jornadas de trabalho e abram imediatamente um processo de negociação, com participação das médicas e médicos e de suas entidades representativas, para que eventuais mudanças sejam discutidas de forma responsável, democrática e comprometida com a valorização profissional e com a saúde da população.
Seguiremos mobilizados em defesa do diálogo, do respeito aos direitos trabalhistas e da qualidade da assistência médica em nosso município.
Atenciosamente,
Médicas e médicos de Bragança Paulista
Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp)
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