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Conselho Estadual de Educação (CEE): Contra a Reforma Curricular do Conselho Estadual de Educação

Conselho Estadual de Educação (CEE): Contra a Reforma Curricular do Conselho Estadual de Educação

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Esta petição foi criada por Aline N. e pode não representar a visão da comunidade da Avaaz.
Aline N.
começou essa petição para
Conselho Estadual de Educação (CEE)
O QUE É ESSA REFORMA E COMO NOS AFETA?
No dia 7 de junho deste ano o Conselho Estadual de Educação (CEE) publicou no Diário
Oficial de São Paulo a deliberação 154/2017 que junto às reitorias quer implementar um
"ciclo básico" com disciplinas do Ensino Básico (fundamental ao médio) como Matemática,
Física, etc, nos cursos de pedagogia e licenciaturas das universidades estaduais (USP,
UNICAMP E UNESP), eliminando assim diversas disciplinas que consideram
"desnecessárias" sob um discurso de que essa mudança serviria para preparar os
estudantes, quando na verdade só retira do currículo aquelas disciplinas que promovem a
reflexão teórica e crítica sobre a educação. Tudo para impor uma formação instrumental e
tecnicista aos professores, ameaçando as universidades que não se adequarem de não
conseguir emitir seus diplomas, pois os cursos ficariam temporariamente descredenciados
do CEE. Na prática, a reforma altera 600 horas no currículo dos cursos de pedagogia,
substituindo disciplinas por cerca de 10 outras do Ensino Básico, e 200 horas no currículo
das licenciaturas.
DE ONDE VEM MAIS ESSE ATAQUE A EDUCAÇÃO?
A educação, hoje, está na mão de tubarões do ensino, verdadeiros magnatas. Na USP,
como sabemos, grandes empresários e membros da FIESP têm cadeiras no Conselho
Universitário (CO), enquanto as cadeiras para estudantes e funcionários são irrisórias. O
mesmo acontece no CEE. E para essa casta de burocratas fica ainda mais urgente
precarizar a universidade depois de serem obrigados pela luta do movimento estudantil e de
trabalhadores na USP e na Unicamp a aceitar cotas na universidade.
O que querem fazer nas estaduais paulistas hoje já foi feito nas universidades privadas,
onde a sede de lucro se dá em dois aspectos: um enorme monopólio educacional que
coloca centenas de milhares de jovens pra se endividar enquanto fazem sua graduação que,
com formação tecnicista e mercadológica, cria uma massa de trabalhadores precários
“semi-especializados” a quem vão pagar baixos salários. São os capitalistas querendo que
paguemos pela crise. Por isso o Escola Sem Partido, a Reforma do Ensino Médio, assim
como as Reformas Trabalhista e da Previdência.
Postado: 9 agosto 2017 (Atualizado: 15 agosto 2017)