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Pela Criação do Primeiro Curso de Arqueologia do Estado de São Paulo - UNESP de Ourinhos

Pela Criação do Primeiro Curso de Arqueologia do Estado de São Paulo - UNESP de Ourinhos

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Esta petição foi criada por Fabiana L. e pode não representar a visão da comunidade da Avaaz.
Fabiana L.
começou essa petição para
Governador Geraldo Alckmin,
Deputado Estadual Fernando Capez,
Deputado Estadual Mauro Bragato,
Deputado Federal Bruno Covas,
Reitor da UNESP Júlio Cezar Durigan,
Vice-Reitora da UNESP Marilza Vieira Cunha Rudge
Passados onze anos de existência, o Campus Experimental de Ourinhos, implantado no início do mês de agosto de 2003, com o curso de Graduação em Geografia (Licenciatura e Bacharelado), oferecido em dois períodos (diurno e noturno), possui em seu quadro 18 professores doutores contratados em tempo integral, além de 30 servidores técnicos administrativos, dos 35 previstos no Projeto Político Pedagógico de Implantação da unidade e curso.
Realidade que, frente ao seu rápido crescimento acadêmico e administrativo, sobretudo nos últimos 3 anos, o Campus de Ourinhos necessita de um novo Curso de Graduação, a fim de garantir seu pleno desenvolvimento e consolidação enquanto unidade universitária da UNESP.
Nesta perspectiva, desde fevereiro de 2014 a unidade vem (re)estruturando uma Proposta Político-Pedagógica que já foi aprovada num estudo feito pela PROGRAD-UNESP em 2012. Tal documento aponta para o fato de que o “futuro egresso contribuirá para o adequado tratamento de questões extremamente atuais e importantes à memória histórica, à ecologia e à educação”, além do fato de que não existe outros cursos similares na região sudeste, fazendo com que a criação do Bacharelado em Arqueologia e Gestão do Patrimônio pela UNESP estaria contribuindo para “preencher uma lacuna de atuação profissional importante, fazendo com que a UNESP tenha uma melhora na sua integração com a sociedade do Estado de São Paulo e também brasileira”. Esse documento, elaborado e aprovado internamente dentro da UNESP denota que estamos no caminho certo da criação de nosso novo curso de graduação, que de um lado atende aos interesses da comunidade e, de outro, atenta para a criação de um curso de graduação inovador e inédito no região sudeste e especificamente, no Estado de São Paulo, e que se propõe buscar atender às atuais demandas do mercado com profissionais qualificados, dotados de potencial técnico-científico. Isto porque, a partir do início deste século, devido à observância cada vez maior da legislação ambiental e da exigência de laudos técnicos e trabalhos de mitigação de impacto ao patrimônio arqueológico, necessários em todas as etapas do licenciamento ambiental, fez com que houvesse uma explosão de trabalhos, publicações e, consequentemente, visibilidade do arqueólogo e de sua profissão. O campo de trabalho do arqueólogo foi assim enormemente ampliado e o reconhecimento desse profissional pelo público em geral e pelo mercado é cada vez maior. Para se ter uma ideia, nas últimas décadas, graças à aplicação cada vez mais efetiva da legislação ambiental, o mercado de trabalho para arqueólogos cresceu exponencialmente. No ano de 1992 o IPHAN emitiu cinco (05) portarias de autorização para trabalhos de arqueologia. Em 2008 esse número chegou a mais de 750 portarias, número que decresceu para aproximadamente 700 em 2009 devido à crise dos mercados, mas já havia atingido o patamar de 826 portarias até o mês de outubro de 2010. Obviamente, o aumento da procura pela profissão de arqueólogo e o aumento de cursos de graduação e especialização, em conjunto com a criação de vários campi e universidades em todo o país, têm aumentado a oferta de empregos também na área acadêmica. Estima-se que em 2011 a arqueologia ligada ao licenciamento de empreendimentos tenha movimentado 120 milhões de reais.
Outro fator importante a ser ressaltado para a abertura do curso na cidade de Ourinhos é o potencial da riqueza de sítios arqueológicos na cidade e em seus arredores. Contamos assim com a participação de todos para que possamos fazer a com que UNESP de Ourinhos possa contribuir para uma demanda emergente de conhecimento de nosso passado e que está vinculado à expansão do conhecimento e da arqueologia brasileira.



Postado: 20 Fevereiro 2015 (Atualizado: 12 maio 2015)