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Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG): Pelo não fechamento do Teatro Klauss Vianna de Belo Horizonte-MG
viva K.
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Tribunal de justiça de Minas Gerais (TJMG)
A publicação do Decreto NE n. 715/2012, concernente à desapropriação do prédio do OI Futuro, situado à Avenida Afonso Pena, 4001, tendo em vista a instalação do Tribunal de Justiça de Minas Gerais neste local, deixou a classe artística de Belo Horizonte apreensiva em relação ao destino do Teatro Klauss Vianna, nele localizado.
Como deve ser do conhecimento de vossa excelência, em 1985 o Teatro Telemig foi inaugurado no prédio onde então se instalava a Empresa Telemig, cumprindo um acordo tácito realizado entre o Governo do Estado de Minas Gerais e o Banco Bradesco por ocasião da demolição do antigo Cine Metrópole - o qual fora nosso Teatro Municipal. Em 1996, foi batizado de Teatro Klauss Vianna, em homenagem ao coreógrafo, professor de dança e pesquisador mineiro de relevância nacional.
Desde então, o espaço tornou-se forte referência na cidade, abrigando uma programação diversificada, com espetáculos de dança, teatro e música, além de exposições e festivais audiovisuais, criando uma convergência entre a arte contemporânea, a ciência e a tecnologia.
Atualmente, o teatro encontra-se em pleno funcionamento e em ótimo estado de conservação, com 330 lugares e todas as especificidades técnicas de iluminação e sonorização para espetáculos de artes cênicas. Suas instalações já abrigaram importantes eventos nacionais e internacionais, como o Fórum Internacional de Dança – FID, o Festival VivaDança, a Mostra 1, 2 na Dança, o Festival Anima Mundi, o Festival Saci, a Mostra Klauss Vianna, o Panorama da Dança, dentre outros.
Ressaltamos que, ao longo desses anos, as empresas envolvidas na construção e na manutenção do espaço, quais sejam, o Banco Bradesco e a OI Futuro, exerceram com eficiência seus respectivos papéis, colaborando de modo determinante para fomentar as artes e a cultura em BH. Entendemos que o Poder Público também tem o dever de zelar pelo patrimônio cultural da cidade, atendendo à função política e social de promover o acesso da população às manifestações artísticas.
Vale ressaltar que a abertura de um novo espaço pelo OI Futuro no Palacete Dantas e no Solar Narbonna não substitui a existência de um teatro do porte e da relevância histórica do Teatro Klauss Vianna.
Sendo assim, vimos solicitar o apoio deste Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, bem como convocar a Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, para abrir o diálogo em prol da permanência do Teatro Klauss Vianna e sua galeria no espaço onde o mesmo hoje se localiza; bem como a manutenção de suas atividades, atendendo às demandas artísticas e culturais de Belo Horizonte.
Certos do vosso apoio e da compreensão da urgência desse diálogo, agradecemos antecipadamente pela atenção e disponibilidade e nos colocamos a disposição para prestar quaisquer outras informações que se façam necessárias.
Atenciosamente,
Comissão Viva Klauss
Como deve ser do conhecimento de vossa excelência, em 1985 o Teatro Telemig foi inaugurado no prédio onde então se instalava a Empresa Telemig, cumprindo um acordo tácito realizado entre o Governo do Estado de Minas Gerais e o Banco Bradesco por ocasião da demolição do antigo Cine Metrópole - o qual fora nosso Teatro Municipal. Em 1996, foi batizado de Teatro Klauss Vianna, em homenagem ao coreógrafo, professor de dança e pesquisador mineiro de relevância nacional.
Desde então, o espaço tornou-se forte referência na cidade, abrigando uma programação diversificada, com espetáculos de dança, teatro e música, além de exposições e festivais audiovisuais, criando uma convergência entre a arte contemporânea, a ciência e a tecnologia.
Atualmente, o teatro encontra-se em pleno funcionamento e em ótimo estado de conservação, com 330 lugares e todas as especificidades técnicas de iluminação e sonorização para espetáculos de artes cênicas. Suas instalações já abrigaram importantes eventos nacionais e internacionais, como o Fórum Internacional de Dança – FID, o Festival VivaDança, a Mostra 1, 2 na Dança, o Festival Anima Mundi, o Festival Saci, a Mostra Klauss Vianna, o Panorama da Dança, dentre outros.
Ressaltamos que, ao longo desses anos, as empresas envolvidas na construção e na manutenção do espaço, quais sejam, o Banco Bradesco e a OI Futuro, exerceram com eficiência seus respectivos papéis, colaborando de modo determinante para fomentar as artes e a cultura em BH. Entendemos que o Poder Público também tem o dever de zelar pelo patrimônio cultural da cidade, atendendo à função política e social de promover o acesso da população às manifestações artísticas.
Vale ressaltar que a abertura de um novo espaço pelo OI Futuro no Palacete Dantas e no Solar Narbonna não substitui a existência de um teatro do porte e da relevância histórica do Teatro Klauss Vianna.
Sendo assim, vimos solicitar o apoio deste Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, bem como convocar a Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, para abrir o diálogo em prol da permanência do Teatro Klauss Vianna e sua galeria no espaço onde o mesmo hoje se localiza; bem como a manutenção de suas atividades, atendendo às demandas artísticas e culturais de Belo Horizonte.
Certos do vosso apoio e da compreensão da urgência desse diálogo, agradecemos antecipadamente pela atenção e disponibilidade e nos colocamos a disposição para prestar quaisquer outras informações que se façam necessárias.
Atenciosamente,
Comissão Viva Klauss
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