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Políticas públicas JÁ para o vitiligo
Gladis L.
começou essa petição para
Anvisa, Ministério da Saúde e Conitec
O vitiligo afeta cerca de 1 milhão de brasileiros (0,54% da população), segundo dados divulgados em 2024 pelo Ministério da Saúde [1]. No entanto, o Sistema Único de Saúde (SUS) não oferece um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) [2] nem dispõe de medicamentos registrados na Anvisa especificamente para a doença. Na prática, isso significa que:
𝟭. Registro e incorporação de medicamentos eficazes pela Anvisa a serem utilizados no Brasil, começando pelo ruxolitinibe (medicamento tópico já utilizados no exterior);
𝟮. Criação imediata de um PCDT para vitiligo no SUS, garantindo diagnóstico e tratamento padronizados;
𝟯. Expansão da oferta de fototerapia e capacitação dos profissionais que atuam na Atenção Primária da Saúde;
𝟰. Campanhas de conscientização para educar e combater o preconceito, incluindo o vitiligo nas pautas de saúde pública e direitos humanos.
Cada assinatura será entregue à Anvisa e ao Ministério da Saúde, mostrando que a sociedade brasileira não aceita mais que pessoas com vitiligo fiquem desassistidas.
Assine, compartilhe e ajude a garantir tratamento digno para quem convive com a doença.
Fontes:
[1] “Unidos pela Pele”: 25/6 – Dia Mundial do Vitiligo. https://bvsms.saude.gov.br/unidos-pela-pele-25-6-dia-mundial-do-vitiligo/
[2] Uma consulta ao portal oficial de PCDTs, atualizada em maio de 2025, não apresenta vitiligo entre os protocolos publicados. https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt
[3] Vitiligo no Brasil: lacunas terapêuticas e desafios regulatórios. https://psoriasebrasil.org.br/vitiligo-no-brasil-lacunas-terapeuticas-e-desafios-regulatorios/
[4] Revisão brasileira de 2024 detalha impactos psicossociais significativos em portadores de vitiligo. https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revistahugv/article/view/15690
- não há tratamento padronizado nem cobertura clara no SUS, pois a ausência de PCDT impede a definição de fluxos e fornecimento regular de insumos;
- terapias de ponta aprovadas nos EUA e UE, como o ruxolitinibe tópico, não chegam aos pacientes brasileiros [3];
- a rede pública conta com poucos aparelhos de fototerapia, exigindo longas filas e deslocamentos frequentes;
- o descaso favorece o estigma social e agrava quadros de ansiedade e depressão [4].
𝟭. Registro e incorporação de medicamentos eficazes pela Anvisa a serem utilizados no Brasil, começando pelo ruxolitinibe (medicamento tópico já utilizados no exterior);
𝟮. Criação imediata de um PCDT para vitiligo no SUS, garantindo diagnóstico e tratamento padronizados;
𝟯. Expansão da oferta de fototerapia e capacitação dos profissionais que atuam na Atenção Primária da Saúde;
𝟰. Campanhas de conscientização para educar e combater o preconceito, incluindo o vitiligo nas pautas de saúde pública e direitos humanos.
Cada assinatura será entregue à Anvisa e ao Ministério da Saúde, mostrando que a sociedade brasileira não aceita mais que pessoas com vitiligo fiquem desassistidas.
Assine, compartilhe e ajude a garantir tratamento digno para quem convive com a doença.
Fontes:
[1] “Unidos pela Pele”: 25/6 – Dia Mundial do Vitiligo. https://bvsms.saude.gov.br/unidos-pela-pele-25-6-dia-mundial-do-vitiligo/
[2] Uma consulta ao portal oficial de PCDTs, atualizada em maio de 2025, não apresenta vitiligo entre os protocolos publicados. https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt
[3] Vitiligo no Brasil: lacunas terapêuticas e desafios regulatórios. https://psoriasebrasil.org.br/vitiligo-no-brasil-lacunas-terapeuticas-e-desafios-regulatorios/
[4] Revisão brasileira de 2024 detalha impactos psicossociais significativos em portadores de vitiligo. https://periodicos.ufam.edu.br/index.php/revistahugv/article/view/15690
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