Ao continuar você está aceitando a Política de Privacidade da Avaaz, que explica como seus dados podem ser usados e como serão protegidos.
Entendi
Nós utilizamos os cookies para analisar como visitantes usam o site e para nos ajudar a fornecer para você a melhor experiência possível. Leia nossa Política de Cookies.
OK

Comprometimento com a precisão

Assim como jornais e o resto da grande imprensa fazem notícias, a Avaaz cria e publica centenas de campanhas todos os anos. Além disso, enviamos milhares de emails e press releases, fazendo afirmações sobre essas campanhas. Da mesma maneira que os jornalistas, frequentemente a equipe executa essas tarefas em muito pouco tempo, reagindo a eventos urgentes.

Empenhamo-nos em busca da precisão e, em 99,9% do tempo, somos bem-sucedidos. Mas é impossível acertar tudo sempre e, quando erramos, nos comprometemos a publicar correções na página principal do nosso site. Além disso, se alguma campanha foi desenvolvida com base em imprecisões sérias, nos comprometemos a informar as pessoas que participaram dessa campanha e oferecer a elas a oportunidade de retirar o apoio.

Essa página pode ser acessada a qualquer momento pelo link na página inicial de nosso site.

Correções para 2018:
  • Em um e-mail para os membros da Avaaz na França sobre uma mina de ouro na Guiana Francesa nós escrevemos que "cianeto e metais pesados serão liberados nos lençóis freáticos." Embora seja verdade que há o risco de vazamento desses metais por conta da alta taxa de vazamento em projetos similares ao redor do mundo (25 vazamentos desde 2000, em todo o mundo), não é certeza que haverão vazamentos nesse projeto. Nós também cometemos um erro quando descrevemos a exata profundidade e tamanho da mina. Ao invés de dizer que a mina seria tão profunda quanto a Torre Eiffel, é mais correto dizer que uma torre do tamanho da Torre Eiffel poderia caber na horizontal, dentro da mina. Além disso nossa campanha sugeriu que a mina iria causar um desmatamento do tamanho de 2000 campos de futebol mas o número oficial da empresa de mineração é de 1000 campos de futebol, e 55% dessa área já está desmatada. Nesse ponto, há inconsistências entre os relatórios da imprensa e a própria avaliação da empresa, então não temos como saber com precisão qual é o número correto. Nós sinceramente nos desculpamos por essas imprecisões, assim que tomamos conhecimento delas, nós postamos uma correção na página da campanha para alertar nossos membros.
Correções para 2017:
  • É difícil de acreditar, mas mesmo com milhões de campanhas, emails e comunicados de imprensa enviados, não tivemos nenhuma reclamação e não fizemos nenhuma declaração incorreta em 2017!! Mas caso tenha visto alguma coisa que precisamos retratar, por favor, nos envie um email no media@avaaz.org. Mas de forma geral, parece que estamos ficando bons nessa história de sermos 100% precisos :)


Correções para 2016:
  • 13 de novembro: em um comunicado para membros da Avaaz nos Estados Unidos, afirmamos que se os Estados com um total de mais de 270 votos do colégio eleitoral apoiassem o projeto de lei de Voto Popular Nacional antes da reunião do colégio eleitoral em 19 de dezembro, isso impediria Donald Trump de se tornar o próximo presidente dos EUA. Na verdade, o Pacto Interestadual do Voto Popular Nacional contém um prazo de 20 de julho do ano da eleição presidencial em si, e não pode afetar o resultado das eleições de 2016.

    Após descobrirmos este erro, encerramos a campanha e atualizamos as páginas com a informação correta. Depois, enviamos um email para todos os assinantes daquela petição com a retificação e um pedido de desculpas. Disponibilizamos a opção para que os assinantes da petição removessem suas assinaturas. Continuaremos a usar a petição para lutar pelo projeto de lei de Voto Popular Nacional como uma reforma democrática importante.

  • 2 de março: A Avaaz testou uma campanha de arrecadação de fundos com uma porcentagem muito pequena de nossa comunidade (0,7% dos membros). Ela contava a história da Ocean Cleanup, uma iniciativa inspiradora que pode ajudar a remover até metade do plástico do Grande Depósito de Lixo do Pacífico em menos de dez anos. Isso foi feito em negociação com a equipe da Ocean Cleanup, com quem Avaaz havia trocado muitas mensagens.

    Durante uma de nossas conversas, o assessor de marketing e comunicação da organização escreveu por meio do Skype: "É ótimo voltar ao radar com a Avaaz. Confirmo que ficamos contentes com a menção da nossa organização e do Boyan como fundador e CEO dela. Entretanto, peço para ver o rascunho do email antes de enviar, para verificar fatos e estilo. Sei que isso é inconveniente devido à pressão do tempo..." (em tradução livre).

    A equipe Avaaz imediatamente enviou o rascunho do e-mail e recebeu uma resposta do nosso contato dizendo que ele não via nenhum problemas com a mensagem, mas que outros membros da equipe da Ocean Cleanup deveriam dar a palavra final.

    Enquanto aguardamos mais comentários sobre o rascunho, enviamos um e-mail para 0,7% de nossos membros para testar ideia com a comunidade. Avisamos para a equipe da Ocean Cleanup que faríamos isso, mas foi um passo indevido: deveríamos ter esperado a aprovação total da organização parceira antes de enviar qualquer coisa. Esse teste foi enviado no dia 25 de fevereiro de 2016 e arrecadou US$ 18.682,98, doados por 687 membros da Avaaz. A arrecadação em sua totalidade (US$ 18.682,98) será, naturalmente, repassada diretamente para a Ocean Cleanup.

    Pedimos desculpas à equipe da Ocean Cleanup pelo nosso erro e esperamos que os fundos levantados ajudem a realizar o sonho de um oceano sem plástico.

  • 30 de janeiro: Em alguns emails enviados para membros da Alemanha, França e Bélgica, bem como outros países Europeus, pedindo um estudo de impacto ambiental transfronteiriço em todos os reatores nucleares da Bélgica, nós afirmamos que um dos reatores tinha recentemente vazado um "gás branco" ou mesmo "gases suspeitos". O fato é que a imprensa relatou o incidente mencionando que uma "densa fumaça branca", ou "um vazamento de água nos geradores" forçou o desligamento do reator. Nós lamentamos qualquer confusão que isso tenha causado sobre a real natureza das substâncias vazadas.


Correções para 2015:
  • 12 de fevereiro: Em um email para nossos membros para garantirmos indenizações para as vítimas do desastre em Rana Plaza, afirmamos que a Benetton havia "gerado lucros de €139 milhões no ano do colapso”. A holding da Benetton, Edizione, que é 100% controlada pela família Benetton, teve um lucro líquido de €139 milhões em 2013. No entanto, o Grupo Benetton fechou aquele ano com um déficit de €199 milhões.


Correções em 2014:
  • 8 de setembro: Em dois de nossos emails de divulgação da Caminhada Global pelo Clima, incluímos uma referência à mini era do gelo conhecida como “Younger Dryas”. Em um dos emails, dissemos que levou “6 meses para o planeta libertar pedaços de gelo do tamanho de prédios” e, em outro email, dissemos “6 meses para o planeta criar um paredão de gelo”. Embora o resfriamento conhecido como Younger Dryas de fato tenha acontecido em apenas 6 meses, a expansão dos glaciais e o deslocamento do gelo demorou muito mais. Mais informações sobre a mini era do gelo Younger Dryas pode ser encontrada neste artigo em inglês.

  • 13 de julho: Declaração do Centro de Segurança Alimentar -- "O Centro de Segurança Alimentar (CFS, na sigla em inglês) recentemente enviou uma proposta à Avaaz para uma campanha de arrecadação de fundos a fim de criar um projeto inovador de troca de sementes não-transgênicas e apoiar o movimento por sementes que promove os direitos dos fazendeiros e protege a diversidade de sementes locais. Uma falha na comunicação dos colaboradores internacionais da CFS e a Dra. Vandana Shiva levou à inclusão, erroneamente, do nome da Dra. Shiva na iniciativa de arrecadação de fundos da Avaaz. A CFS se arrepende e pede desculpas pelo engano e assume total responsabilidade pelo erro de mencionar a Dra. Shiva na comunicação da Avaaz aos seus membros. Queremos deixar claro que a Avaaz agiu de boa fé em todo o momento e somos muito gratos pelo apoio da comunidade da Avaaz e seu comprometimento com esta questão.

    Durante duas décadas, o CFS trabalhou em conjunto com a Dra. Shiva e o grupo Navdanya, organização fundada por Shiva. Ambas as organizações compartilham a meta comum de defender e proteger as sementes locais, a diversidade de sementes e o direito de fazendeiros de armazenarem e trocarem sementes entre eles. Esperamos trabalhar com Navdanya e outros movimentos em outras atividades para construir um futuro melhor para as sementes não-transgênicas."
Correções em 2013:
  • 13 de agosto: Em um alerta de email de uma campanha de arrecadação de fundos dissemos que a cientista Dra. Julienne Stroeve "não conseguia acreditar no via" quando ela viu o estado recente do derretimento do gelo na região do Ártico. A caracterização da sua reação foi imprecisa. Fizemos uma interpretação da reação da cientista com base em notícias de sua viagem, mas que não estava de acordo com suas falas públicas. A Dra. Stroeve passou décadas de sua vida medindo o gelo e, apesar de ter sido alarmante para ela ver a quantidade de gelo derretido, não foi correto afirmar que ela não acreditou no que estava vendo. Pedimos desculpas pelo erro e o corrigimos assim que formos informados do fato.


  • 25 de julho: Em um email para os membros italianos, dissemos que a Medoilgas estava "se recusando a fazer o estudo de impacto ambiental" antes de começar a perfuração em águas costeiras da Itália. Na verdade, a empresa fez a solicitação inicial para a realização de um estudo de impacto ambiental, mas está se recusando a obter uma Autorização Integrada Ambiental solicitada pelo governo italiano. Além disto, nosso email afirmava que após uma recente mudança na lei, "empresas poderiam perfurar por petróleo a costa da Itália sem precisar cumprir as obrigações de controle normais e necessárias para a proteção do meio ambiente." Esta afirmação é incorreta. A lei, de fato, cancelou uma moratória sobre a atividade de exploração e perfuração no mar para algumas categorias de projetos, mas as empresas envolvidas na perfuração são obrigadas a cumprir os procedimentos "normais" que foram estabelecidos antes da moratória. Entretanto, muitas pessoas acreditam que estes procedimentos não são suficientes para proteger o meio ambiente.


  • 20 de março: Em um email para os membros escrevemos a seguinte frase: "uma sobrevivente de estupro de apenas 15 anos foi condenada a 100 chicotadas em público! [...] O padrasto da garota foi acusado de estuprá-la durante anos e de assassinar o bebê que ela estava esperando. Agora, a corte disse que ela deve ser açoitada em público por "fazer sexo fora do casamento!" Essa afirmação é correta, entretanto, ficamos preocupados que o modo o qual a frase foi escrita possa levar algumas pessoas a acreditar que a sentença que foi dada a ela seria por conta do estupro cometido pelo padrasto, quando na verdade a sentença seria relacionada ao ato de sexo fora do casamento com outro homem que não foi identificado. Algumas fontes sugerem que a garota foi abusada por vários homens na ilha onde morava, e não está claro que o "crime" pelo qual ela foi sentenciada seria o sexo consensual ou o abuso por parte de outro homem. Identificamos esse problema em 24 horas depois do lançamento da campanha e imediatamente corrigimos o texto em nosso website que agora diz: "O padrasto da garota é acusado de matar o bebê que ela trazia em seu ventre. Agora, um tribunal afirmou que ela deve ser açoitada por "fazer sexo fora do casamento" com outro homem que nem mesmo foi identificado!"
Correções em 2012:
  • 5 de janeiro: em um email de "teste" acessado pro 3500 assinantes da Avaaz canadenses, nós afirmamos que o primeiro-ministro Harper estava apoiando uma proposta de uma firma privada para iniciar a cobrança de uma taxa pela entrada no Parque Nacional Jasper. Na verdade, a taxa seria cobrada somente para as pessoas que entrassem em uma atração privada específica do parque, e não tínhamos evidência de qual era a posição do primeiro-ministro sobre o caso, apenas informações de pessoas envolvidas com o parque. Nós corrigimos os erros imediatamente quando descobrimos o equívoco e informamos as pessoas que tinham recebido o email com informações incorretas.


  • 28 de fevereiro: em um press release, afirmamos que a Avaaz tinha 'coordenado' uma tentativa de evacuação de 4 jornalistas e várias pessoas feridas que estavam presas em Baba Amar com ativistas sírios. Na verdade, nós apoiamos e demos suporte alguns dos ativistas envolvidos, retransmitindo informações entre eles e os jornalistas, seus empregadores e suas famílias. Apesar de termos participado no processo de decisão e planejamento que levou à evacuação, a ação em si foi caótica, e não é exato dizer que nós coordenamos o processo. Esse erro foi identificado duas horas depois do comunicado ter sido publicado e antes de quaisquer entrevistas com a imprensa, quando mudamos nossas afirmações para dizer que "ajudamos" e "apoiamos" os ativistas envolvidos.


  • 28 de fevereiro: em uma entrevista na BBC radio no dia em que a tentativa de evacuação dos ativistas na Síria foi a público, nosso Diretor Executivo afirmou que nenhum membro do Exército Sírio da Liberdade (FSA, na sigla original em inglês) esteve envolvido na tentativa de evacuação. Essa informação era falsa. A FSA teve um papel significativo na evacuação, inicialmente desconhecido pela Avaaz por conta do caos da operação, da dificuldade em se comunicar com os ativistas no local, e nossa política de minimizar nosso contato com grupos armados na Síria. O papel da FSA não foi mencionado nos comunicados de imprensa por escrito nos dias 28 e 29 de fevereiro sobre a evacuação. Nós pedimos desculpas à FSA por este erro.


  • 1º de maio: em um email sobre um ataque de 'negação de serviço' (DDOS) ao site da Avaaz enviado para a nossa comunidade, nós afirmamos que "um perito nós disse que o ataque somente poderia ter vindo de um governo ou de uma corporação privada". No post-mortem da nossa campanha, descobrimos que esse perito apenas não tinha desconsiderado esse ponto de vista quando lhe foi sugerido pelos membros da nossa equipe técnica, ao invés de propor essa ideia ele mesmo.


  • 23 de maio: Avaaz enviou um email de uma campanha para membros do Reino Unido intitulado "UK's cruelest cut". O email afirmava que a cada ano dezenas de milhares de garotas no Reino Unido eram forçadas à mutilação genital feminina, quando na verdade o número é desconhecido. O que se sabe de acordo com Forward, a maior ONG na área sobre o assunto, é que 98.000 garotas com menos de 15 anos de idade estão correndo o risco de serem forçadas a esse procedimento. O texto da petição em si estava correto em relação aos fatos, mas com base na falta de precisão do email, nós enviamos uma pesquisa para os membros que assinaram a petição e perguntamos se eles desejavam retirar as assinaturas da campanha. 3% dos que responderem pediram que suas assinaturas forem removidas. Removemos essas assinaturas antes que a petição fosse entregue.


  • 18 de julho: Uma campanha sobre direitos gays na Polônia lançada no novo site de petições da Avaaz por um político polonês teve 2 erros factuais. Primeiro, a campanha afirmava que parceiros gays tinham o direito de visita negado em hospitais. Na verdade, os parceiros têm permissão de visitar uns aos outros em caso de doença. Entretando, eles não têm os mesmos direitos de acesso que casais heterossexuais e são proibidos de tomarem decisões importantes sobre o tratamento médico de seus parceiros. O segundo erro foi uma afirmação que dizia que casais gays não poderiam comprar casas juntos. Casais homossexuais podem comprar propriedades em comunhão, mas os direitos dos parceiros não são respeitados na prática em testamentos e avaliação de bens -- se um parceiro falecer e a propriedade for deixada com o outro, seu direito de propriedade pode ser questionado. Isso foi julgado como uma violação dos direitos humanos pela Corte Europeia de Direitos Humanos. O texto da petição em si estava completamente correto, mas infelizmente estes dois erros não foram identificados antes que a campanha fosse enviada para os membros da Avaaz na Polônia.